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Sedese divulga resultado preliminar do edital para expansão do Programa Leite para a Primeira Infância na RMBH

Nove municípios foram habilitados para integrar a nova etapa do programa, que fortalece a segurança alimentar e o desenvolvimento infantil em Minas Gerais

WhatsApp Image 2025 11 13 at 15.38.24A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) divulga, nesta quinta-feira (13/11), o resultado preliminar do edital para a nova fase de expansão do Programa Leite para a Primeira Infância (LPI) que será implantado na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A iniciativa marca o início da fase piloto na região, com a distribuição regular e gratuita de leite UHT para crianças de 2 a 6 anos em situação de vulnerabilidade social, inscritas no CadÚnico.

Após a análise da documentação enviada pelas prefeituras e a aplicação dos critérios de vulnerabilidade social e nutricional, foram habilitados os municípios de Baldim, Sabará, Belo Horizonte, Matozinhos, Jaboticatubas, Itaguara, Lagoa Santa, Rio Manso e Juatuba.

A secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Alê Portela, destaca o papel estratégico da iniciativa.

“O Leite para a Primeira Infância é um programa que une cuidado, saúde e desenvolvimento. Ao expandir essa política para a Região Metropolitana de Belo Horizonte, estamos dando mais um passo para garantir que nenhuma criança em situação de vulnerabilidade fique sem o acesso ao leite, um alimento adequado e saudável”, afirma Alê Portela.

Cronograma

O processo segue agora para as próximas etapas previstas no edital, com prazo para apresentação de recursos até o dia 21/11. Entre os dias 24 e 25/11, a Comissão de Habilitação vai realizar a análise dos recursos e o resultado definitivo será publicado no dia 26/11.

A assinatura dos Acordos de Cooperação Técnica (ACT), que formaliza a entrada dos municípios no programa, está prevista até 1º/12. Em seguida, serão realizadas as capacitações das equipes municipais e a definição da logística de entrega do leite.

A expansão do LPI na RMBH representa um avanço importante nas políticas de atenção à primeira infância e de segurança alimentar em Minas Gerais. A ação integra o Programa Primeira Infância Minas e reforça o compromisso do Governo do Estado com o desenvolvimento integral das crianças e a garantia do direito humano à alimentação adequada.

Confira aqui a íntegra do resultado preliminar do Chamamento Público Nº 10/2025

Governo de Minas lança o programa Leite para a Primeira Infância em Montes Claros

Iniciativa da Sedese e do Idene vai atender mais de 5 mil famílias, com a distribuição de 16 mil litros de leite por semana

LPI Montes Claros 25

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) e do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene), lançou, na última terça feira (11/11), em Montes Claros, região norte de Minas, o programa Leite para a Primeira Infância.

A iniciativa vai garantir que crianças de 2 a 6 anos em situação de vulnerabilidade social tenham acesso a um alimento essencial para o desenvolvimento nessa fase da vida. Ao mesmo tempo, o programa estimula a economia local, com a compra do leite diretamente de agricultores familiares da região.

A secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Alê Portela, destacou que o programa representa um avanço importante no cuidado com a primeira infância e para a política pública de segurança alimentar.

“O Leite para a Primeira Infância é uma política que une cuidado, solidariedade e desenvolvimento. Com ele, o Governo de Minas reafirma o compromisso de cuidar das nossas crianças e de gerar renda para quem produz o alimento. É uma iniciativa que fortalece as famílias e movimenta a economia local”, afirmou a secretária.

Como o programa funciona

Em Montes Claros, 5.414 famílias serão atendidas, com a entrega de mais de 16 mil litros de leite por semana. O programa é resultado da parceria entre Sedese, Idene e Prefeitura de Montes Claros, e prioriza mães solo.

A faixa etária de 2 a 6 anos foi definida com base em diretrizes de nutrição infantil e evidências científicas. O consumo de leite bovino para menores de 12 meses é contraindicado pelas normativas de saúde.

O programa promove a compra de leite produzido por agricultores familiares. A coordenação é realizada pelo Idene, responsável por credenciar os laticínios e/ ou cooperativas. Em seguida, o produto é entregue às prefeituras, que fazem a distribuição às famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza cadastradas no Cadastro Único (CadÚnico).

Para Henrique Carvalho, diretor-geral do Idene, o lançamento do Leite para a Primeira Infância em Montes Claros representa mais um passo importante para levar o programa a um número cada vez maior de municípios do Norte e Nordeste de Minas.

“Desde que foi lançado, o programa vem alcançando bons resultados com um volume crescente de litros de leite distribuídos, o que significa que mais mães estão sendo atendidas e, com isso, mais crianças estão tendo a oportunidade de acesso a um complemento alimentar importante para o seu crescimento saudável”, enfatizou Henrique Carvalho.

Mais saúde e renda para as famílias mineiras

IMG 8682 leite1O Leite para a Primeira Infância já está presente em 77 municípios, atendendo 17 mil famílias e distribuindo mais de 400 mil litros de leite em todo o estado. O investimento inicial é de quase R$ 10 milhões, aplicados integralmente na compra do leite e na logística de distribuição.

A ação tem impactos nutricionais, sociais e econômicos: melhora a alimentação infantil, reduz desigualdades e movimenta a economia local ao criar oportunidades para os produtores da agricultura familiar.

O programa é desenvolvido pela Sedese dentro das políticas voltadas à Primeira Infância, que integram diferentes áreas do Governo de Minas para garantir o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e promover o bem-estar das famílias em situação de vulnerabilidade.

Com o Leite para a Primeira Infância, o Governo de Minas reafirma seu compromisso em investir na primeira infância, em segurança alimentar, geração de renda e desenvolvimento social.

A ação simboliza a união de esforços entre Estado, prefeituras e comunidades locais em prol de um futuro mais justo, saudável e próspero para todas as crianças mineiras.

Sedese promove encontro sobre rede de acolhimento institucional no Vale do Jequitinhonha e Mucuri

Evento reuniu mais de 100 profissionais de 28 municípios para fortalecer a rede de proteção e o trabalho técnico junto a crianças e adolescentes acolhidos
Encontro DR TO Subas

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) realizou o Encontro Técnico “Cuidar, Acolher e Transformar: o Fazer Técnico em Movimento”. A iniciativa liderada pela Diretoria Regional de Teófilo Otoni contou com a participação de gestores e técnicos dos municípios do Vale do Jequitinhonha e Mucuri.

O evento teve como foco o fortalecimento das Unidades de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes. Ao longo dos dois dias de programação, mais de 100 participantes de 28 municípios se reuniram para trocar experiências, aprimorar práticas e construir estratégias conjuntas de aprimoramento da rede de proteção e da garantia dos direitos de crianças e adolescentes.

A ação contou com a parceria do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG-Comarca de Teófilo Otoni). A iniciativa contou ainda com o apoio da Subsecretaria de Assistência Social (Subas) e das Diretorias Regionais de Almenara e Araçuaí.

A mesa de abertura contou com a presença da promotora de Justiça e coordenadora do Centro de Referência dos Direitos da Criança e do Adolescente (CREDCA) Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Dra. Mariah Santos Santa Anna, e do membro do  Colegiado de Gestores Municipais de Assistência Social de Minas Gerais (COGEMAS-MG), Diego Ferraz, que participaram também dos debates técnicos.

Painéis e oficina reforçaram a qualificação técnica

Entre os dias 29 e 30/10, a programação incluiu três painéis temáticos e uma oficina prática, com o objetivo de promover o nivelamento teórico e o aperfeiçoamento das práticas profissionais no acolhimento institucional.

O primeiro painel, “O Fazer com Sentido: Nivelamento Teórico e Estratégico dos Técnicos no Acolhimento Institucional”, foi conduzido pela Diretoria de Proteção Social de Alta Complexidade da Sedese e destacou a importância dos fundamentos éticos e da atuação consciente no cotidiano dos serviços.

No segundo painel, “Caminhos que se Entrelaçam: SUAS, Ministério Público e Judiciário na Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes em Acolhimento Institucional”, contou com representantes do MPMG e do TJMG que debateram o papel da articulação interinstitucional para assegurar direitos e promover ações integradas entre as políticas públicas e o sistema de justiça.

Já o terceiro painel, “O Fazer Técnico no Acolhimento Institucional: Construindo com Sentido e Responsabilidade”, reafirmou o compromisso da Sedese com a formação continuada e o fortalecimento das equipes técnicas que atuam nos serviços de acolhimento.

Encerrando a programação, a oficina “Exercitando o Fazer Técnico: Estudo de Caso com Elaboração do Plano Individual de Atendimento (PIA)”, desenvolvida pela Diretoria de Proteção Social de Alta Complexidade , em parceria com o MPMG, proporcionou um espaço prático de construção coletiva, estimulando a reflexão e o planejamento integrado das ações junto às crianças e adolescentes acolhidos.

Fortalecimento da rede e compromisso com o desenvolvimento social

Para a Diretoria Regional de Teófilo Otoni, o encontro reforçou o compromisso da Sedese com o fortalecimento da rede de apoio entre municípios, diretorias regionais e o sistema de justiça, promovendo suporte técnico e ampliando as condições para uma política de Assistência Social mais efetiva e humanizada no território.

A analista técnica da Diretoria de Proteção Social de Alta Complexidade, Kenya Vilhena Prímola, destacou a relevância da iniciativa: “O evento técnico tem como foco a importância de se dar visibilidade a essa pauta, promovendo a humanização no acolhimento institucional e o exercício da responsabilidade compartilhada entre os atores da rede de proteção”, ressaltou. “É nesse movimento que tecemos linhas e redes de cuidado, garantindo que cada criança e adolescente seja reconhecido em sua singularidade e tenha seus direitos efetivamente assegurados”, completou Kenya.

Com o Encontro Técnico, a Sedese reafirmou seu compromisso em apoiar os municípios mineiros na consolidação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), fortalecendo o trabalho social com famílias e crianças e promovendo o desenvolvimento social sustentável e humano em todas as regiões do estado.


Estado celebra sucesso dos Jogos do Interior de Minas Paradesporto 2025

Competição em Uberlândia reuniu 495 atletas e já tem novas edições confirmadas para 2026 e 2027
Balanço JimiP 2025 AMP

Os Jogos do Interior de Minas Paradesporto (JimiP) 2025 chegaram ao fim com resultados expressivos e histórias inspiradoras. Promovida pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), a competição já se consolidou como o maior evento estadual de incentivo ao paradesporto, reunindo 495 atletas de 28 municípios.

Realizado entre os dias 31/10 e 2/11, no Sesi Gravatás, em Uberlândia, o JimiP 2025 teve estrutura completa e gratuita oferecida pela Sedese, garantindo hospedagem, alimentação e acessibilidade para todos os participantes. As modalidades disputadas foram atletismo, natação, bocha paralímpica e basquete em cadeira de rodas 3x3.

Para o subsecretário de Esportes, Tomás Mendes, o evento reafirma o compromisso do Governo de Minas com a inclusão e o fortalecimento das políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência.

“O JimiP é uma celebração do talento e da determinação dos nossos atletas. A cada edição, mostramos que inclusão é também reconhecimento e valorização das pessoas com deficiência. O Governo de Minas continua investindo para que o esporte seja uma ferramenta de transformação e oportunidade para todos”, destacou o subsecretário.

Destaques esportivos

A edição 2025 registrou excelentes índices técnicos e performances que chamaram a atenção do público e da equipe organizadora. Entre os destaques, o atleta Thiago Aparecido da Silva, de Uberaba, alcançou o melhor Índice Técnico da Competição (ITC), com 1,04, na prova de lançamento de dardo F33.

Outros nomes que se destacaram foram Adeildo Henrique de Lima, de Araguari, que brilhou na prova de pista dos 1.500 metros T38; Yngred Victoria Santana de Assis, de Uberlândia, que alcançou excelente desempenho na prova dos 100 metros T35; e Joana Helena dos Santos Silva, também de Uberlândia, que conquistou destaque no lançamento de disco F64.

Na natação, Felipe Tavares dos Santos, de Uberaba, registrou 0,83 na prova de 50 metros livre masculino – Classe S11, enquanto Ludimila Thamara Borges, de Araxá, obteve 0,78 nos 100 metros livre feminino – Classe S2, reafirmando o alto nível técnico dos atletas participantes.

Na bocha paralímpica, Cristiano Pereira Silva (BC2 – Uberlândia) e Rayssa Ferreira dos Santos Gomes (BC2 – Uberlândia) dominaram as disputas com 60 e 48 pontos, respectivamente. Já no basquete em cadeira de rodas, destaque para Douglas Felix, de Patos de Minas, com 22 pontos, e Geisa Rodrigues Vieira, também de Patos, com 19 pontos.

Expectativas para 2026 e 2027

O Governo de Minas já se prepara para as próximas edições do JimiP, reforçando o compromisso de ampliar o alcance do evento e fortalecer o paradesporto em todas as regiões do estado.

A Sedese publicou edital para selecionar a entidade responsável pela organização dos JimiP 2026 e 2027. As propostas apresentadas estão em fase de avaliação e adaptação pelas Organizações da Sociedade Civil (OSCs) interessadas, e o resultado preliminar ainda será divulgado.

Com recordes de participação e desempenho técnico cada vez mais altos, os JimiP segue fortalecendo o papel do esporte como instrumento de inclusão e transformação social. As próximas edições prometem novas conquistas e ainda mais oportunidades para atletas de todas as regiões de Minas Gerais.

Governo de Minas realiza o 1º Encontro Mineiro de Povos Originários, Comunidades Tradicionais e Populações Vulneráveis às Mudanças Climáticas

Relatório técnico reúne experiências de comunidades tradicionais para orientar novas políticas públicas em Minas

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O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), realizou, nos dias 7 e 8/11, em Caeté, Região Central, o 1º Encontro Mineiro de Povos Originários, Comunidades Tradicionais e Populações Vulneráveis às Mudanças Climáticas.

O inciativa resultou na construção de um relatório técnico, que destaca as experiências e propostas apresentadas durante as seis sessões de Troca de Saberes e vai servir de base para orientar a formulação de políticas públicas de adaptação e resiliência climática no estado.

O encontro reuniu lideranças indígenas, quilombolas, povos tradicionais de Matriz Africana e representantes de comunidades tradicionais, grupos que há séculos desenvolvem práticas de preservação ambiental e o uso equilibrado dos recursos naturais, de forma que garanta o sustento das comunidades e a conservação da natureza ao mesmo tempo.

O documento final, assinado por cerca de 42 representantes, consolida as experiências e soluções apresentadas por esses grupos. A iniciativa da Sedese reforça o compromisso do Governo de Minas em valorizar o conhecimento ancestral.

Ricardo Alves, Secretário Adjunto da Sedese, ressaltou a importância de reconhecer o papel histórico dessas comunidades.

“Este encontro reforça que a pauta climática, junto à valorização dos povos originários e comunidades tradicionais, é uma agenda prioritária do Governo de Minas. É fundamental que ele sirva para registrar e integrar esses saberes ancestrais nas políticas públicas de enfrentamento às mudanças climáticas. Nosso objetivo é aprender com as comunidades para construir um desenvolvimento que seja, de fato, sustentável e inclusivo, cumprindo as metas do nosso Plano Estadual de Ações Climáticas.”, afirmou o secretário adjunto.

Ações para fortalecer a agenda climática de Minas

O relatório final do encontro reúne as principais contribuições dos participantes e apresenta oito diretrizes para orientar as políticas públicas do Estado frente às mudanças climáticas.

Aa ações foram propostas para garantir a proteção dos territórios das comunidades tradicionais, o reconhecimento dos saberes populares nas decisões sobre o meio ambiente, o apoio à agricultura tradicional e às práticas de cuidado com a saúde, além de mecanismos permanentes de participação social, para que essas populações possam ser ouvidas e ajudar a construir as soluções.

O documento reforça que uma governança climática participativa, com escuta, transparência e presença ativa das comunidades nos espaços de decisã, é essencial para o sucesso das ações de adaptação e para aumentar a capacidade de lidar e se recuperar dos impactos provocados pelas mudanças do clima.

Sustentabilidade e inclusão marcam ações do Governo de Minas

A iniciativa integra o Plano Estadual de Ação Climática de Minas Gerais (PLAC-MG), coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). O plano reúne um conjunto de estratégias para tornar o estado mais preparado para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas e reduzir gradualmente as emissões de gases poluentes, com a meta de atingir a neutralidade de carbono até 2050.

A ação reforça o compromisso do Governo de Minas em fortalecer políticas públicas inclusivas, sustentáveis e construídas de forma coletiva, com base na escuta que ajudam a proteger o meio ambiente e garantir um futuro mais justo e próspero para todas as gerações.

 

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