A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) assume o compromisso público de promover uma gestão ética, transparente e orientada pelo interesse coletivo. Para isso, instituiu o Programa de Integridade, um conjunto estruturado de princípios e ações voltados à construção de uma cultura organizacional baseada em valores como honestidade, responsabilidade e boa-fé.
O Programa de Integridade reúne mecanismos de controle, monitoramento e prevenção que orientam a conduta dos servidores da Sedese — tanto nas relações internas quanto no relacionamento com fornecedores, parceiros do terceiro setor e a sociedade em geral.
Por meio dele, a Secretaria busca prevenir, detectar e remediar irregularidades, fraudes e atos de corrupção, promovendo decisões pautadas em critérios técnicos e no compromisso com o bem público.
Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a integridade é um pilar fundamental da boa governança — condição essencial para que as ações do governo sejam confiáveis, legítimas e efetivas.
Para a Controladoria-Geral da União (CGU), o incentivo contínuo às práticas de integridade favorece que os agentes públicos tomem decisões com base em critérios técnicos, elevando a qualidade dos serviços prestados à população.
O Programa de Integridade da Sedese está alinhado ao Plano Mineiro de Promoção da Integridade (PMPI), instituído pelo Decreto Estadual nº 47.185/2017, que estabelece diretrizes para todos os órgãos e entidades do Poder Executivo de Minas Gerais.
Mais do que uma obrigação legal, a integridade é um valor que a Sedese incorpora ao seu dia a dia. Ao fomentar uma gestão pública responsável e transparente, a Secretaria reafirma seu compromisso com a sociedade mineira — entregando políticas públicas de qualidade e fortalecendo a confiança nas instituições.
O Trajeto Moda promove a inclusão produtiva e a geração de renda para mulheres em situação de vulnerabilidade social. O projeto oferece uma capacitação multidimensional, que vai desde as técnicas do ofício da costura até competências socioemocionais e de gestão.
O objetivo é preparar as mulheres não apenas para o mercado de trabalho, mas também para que possam criar seus próprios negócios, fortalecendo a economia local e rompendo ciclos de pobreza.
Como participar?
A participação é feita por meio de uma parceria com as prefeituras. Para o município ser contemplado, é preciso que ele demonstre interesse por meio de um ofício para a Sedese, enviado para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Há uma fila de espera e caso o município seja selecionado, as interessadas devem procurar o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) da sua cidade para consultar a disponibilidade de vagas.
Lembre-se: o projeto atende a mulheres em situação de vulnerabilidade social e que tenham cadastro no CadÚnico.
Saiba mais sobre o Trajeto Moda:
Ciclos do projeto
O projeto já conta com três ciclos de expansão:
1º ciclo (2023/2024): 34 municípios
Almenara, Ataléia, Belo Horizonte, Bonito de Minas, Buritizeiro, Capitão Enéas, Caraí, Carlos Chagas, Catuji, Coluna, Couto de Magalhães de Minas, Crisólita, Diamantina, Felisburgo, Francisco Sá, Frei Gaspar, Frei Lagonegro, Governador Valadares, Guaraciama, Igarapé, Joaíma, Mata Verde, Monte Azul, Muriaé, Novo Cruzeiro, Ouro Verde de Minas, Pedras de Maria da Cruz, Ribeirão das Neves, Rio Vermelho, Rubelita, Salinas, Serro, Taiobeiras, Varzelândia.
2º ciclo (2024/2025): 28 municípios
Alvorada de Minas, Baldim, Bocaiúva, Bom Jesus do Amparo; Brasília de Minas, Cássia, Central de Minas, Corinto, Curral de Dentro, Curvelo, Divinópolis, Divisópolis, Espinosa, Francisco Dumont, Januária, Mathias Lobato, Miradouro, Ouro Branco, Paraguaçu, Patos de Minas, Pedra Azul, Pirapora, Santa Bárbara, Santa Fé de Minas, Santa Rita do Itueto, São Francisco, Setubinha, Três Marias
3º ciclo (2025/2026): 30 municípios
Araçuaí, Belo Horizonte, Bom Despacho, Botumirim, Cachoeira da Prata, Chapada Gaúcha, Claro dos Porções, Coração de Jesus, Datas, Engenheiro Navarro, Itabira, Jaíba, Jacutinga, Joaquim Felício, Juramento, Ladainha, Matias Cardoso, Mato Verde, Minas Novas, Mirabela, Montes Claros, Nova Serrana, Guarda Mor, Poços de Caldas, Porteirinha, Riacho dos Machados, Santa Maria do Salto, São João do Pacuí, São João Evangelista, Ubaí, Vargem Grande do Rio Pardo.
Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política para a População em Situação de Rua – CIAMP Rua
O Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Estadual para a População em Situação de Rua de Minas Gerais foi criado pelo Decreto Estadual nº 46.819, de 14 de agosto de 2015, passando a reger-se pelo decreto nº 48.902, de 27 de setembro 2024.
O Ciamp- Rua/MG é órgão colegiado de controle social, e integra, por subordinação administrativa, a área de competência da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social - Sedese, nos termos da alínea “f” do inciso I do parágrafo único do art. 25 da Lei nº 24.313, de 28 de abril de 2023.
O Ciamp Rua/MG tem por finalidade acompanhar e monitorar a Política Estadual para a População em Situação de Rua.
Em sua formação, definida pelo Decreto nº 48.902, de 14 de setembro de 2024, o Comitê tem composição paritária entre o Poder Executivo e a sociedade civil, e é integrado por vinte e dois membros titulares e seus respectivos suplentes.
A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) coordena as pautas de Assistência Social, Inclusão Produtiva, Trabalho, Emprego e Renda, Direitos Humanos, Esportes, Política dos Direitos das Mulheres, Segurança Alimentar e Habitação, e promove a desafiadora integração destas áreas em uma única Secretaria de Estado, com políticas marcadas pela transversalidade e que chegam aos 853 municípios mineiros.
Índice de Pobreza Multidimensional de Minas Gerais (IPM Minas)
Índice de Pobreza Multidimensional de Minas Gerais (IPM Minas)
O IPM Minas é um índice desenvolvido pelo Escritório de Dados da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais, com o objetivo de medir os níveis de pobreza da população, considerando múltiplos aspectos da vida das pessoas, para além do seu nível de renda. O IPM Minas é um índice bastante flexível e composto de variados indicadores. Além disso, tem o mérito de analisar as privações que acometem a população de Minas Gerais sob a ótica familiar.
Acesse aqui a nota metodológica, para entender melhor de onde vem o IPM, quais os dados utilizados, como que o índice é calculado, o que o índice considera para dizer que determinadas pessoas se encontram em situação de pobreza e as análises possíveis de serem feitas como desdobramento desse trabalho de entender o tamanho e as dimensões da pobreza no estado de Minas Gerais.
Acesse o painel de dados do IPM Minas, um instrumento de acompanhamento do fenômeno da pobreza em Minas Gerais a partir de uma abordagem multidimensional.